terça-feira, 3 de janeiro de 2012

k. A.

ela te olhou com olhos devoradores, com um sorriso malicioso e com mãos afáveis...
seu tempo era tão pouco...
o tempo era acelerado quando estava com ela, ela provocava sensações sublimes e te levava aos anseios de uma necessidade concreta e abstrata, ela te provava, ela te testava... até onde mesmo era o seu limite?
(...)
você queria navegar naquelas águas, a aposta tinha sido perdida, então sua proposta era provar que na velocidade e de olhos abertos tudo era possível...
os postes passavam, a noite estava iluminada e ela cantava sinfonias que te encantavam e te deixavam mais imersa naquele universo, os movimentos eram lentos e rápidos, você dizia tudo aquilo que pensava nos ouvidos dela... tudo era mágico: a noite, ela, as sensações, os sentimentos...
Você só queria tê-la em seus braços... sentí-la ali só tua. E quando acordassem existiria aqueles formosos olhares de vontades, desejos e planos...
isso é o que eu chamo: amor.

"Ela me leva a locais em que jamais estive" (Minha dama K.)

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